Inspiração

Por trás das câmeras: 6 filmes que foram dirigidos por mulherões

14 • 06 • 2019 às 08:59 Mari Dutra
Mari Dutra Criadora do Quase Nômade, contadora de histórias, minimalista e confusa por natureza, com os dois pés (e um pet) no mundo. Chega mais perto no Instagram.

Nós amamos demais ver mulheres fortes nas telas, mas amamos mais ainda quando elas assumem papéis de comando e narram suas próprias histórias. Pensando nisso, parimos essa lista com seis filmaços dirigidos por mulheres tão fortes quanto as personagens que representam.

Lady Bird

Esta comédia dramática nos leva a acompanhar a vida da adolescente Christine McPherson, ou Lady Bird. No último ano do colégio, ela sonha em fazer faculdade longe de casa, ideia que é rejeitada pela sua mãe.

Com roteiro e direção de Greta Gerwig, o filme mostra o primeiro namoro, os conflitos de gerações e as dificuldades da jovem na escola católica, fazendo um retrato duro e ao mesmo tempo divertido desta fase da vida.

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Uma Dobra no Tempo

Sob a direção de Ava DuVernay, “Uma Dobra no Tempo” é um filme de fantasia que coloca as mulheres também como protagonistas em cena. A pegada feminina vai muito além do que vemos nas telas, já que a obra se baseia no roteiro de Jennifer Lee, que, por sua vez, é uma adaptação do romance de Madeleine L’Engle. Ou seja, só mulherão porreta.

O roteiro acompanha os irmãos Meg e Charles que buscam reencontrar seu pai, um cientista desaparecido após se envolver em um misterioso projeto do governo. Para isso, contam com a ajuda do amigo Calvin e de três mulheres excêntricas, e embarcam em uma jornada que passa por diferentes lugares do universo.

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Encontros e Desencontros

Sofia Coppola tinha apenas 33 anos quando dirigiu esse filme, que a colocou na seleta lista de diretoras mulheres indicadas ao Oscar. Ela não levou a estatueta, mas o filme abocanhou o prêmio de Melhor Roteiro Original.

“Encontros e Desencontros” conta a história de um ator de meia-idade (vivido por Bill Murray) e a jovem esposa de um fotógrafo (Scarlett Johansson) que se encontram em Tóquio e passam a compartilhar suas frustrações e desejos.

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Guerra ao Terror

Depois de dirigir “Guerra ao Terror”, Kathryn Bigelow entrou para a história como a única mulher a levar o Oscar de Melhor Diretora. Se não bastasse esse título de peso, a obra também levou a estatueta de Melhor Filme.

A produção retrata a vida de um grupo de soldados americanos no Iraque, prestes a regressar a casa. Apesar de terem pouco tempo pela frente no campo de batalha, eles sabem que podem perder a vida a qualquer momento.

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As Filhas do Fogo

A argentina Albertina Carri é a responsável pela produção mais recente dessa lista. “As filhas do fogo” tem sido chamado de um pornô feminista por sua abordagem sem tabu a respeito do prazer feminino.

Trata-se, na verdade, de um road-movie erótico que acompanha uma relação poliamorosa entre três mulheres durante uma viagem pela Patagônia argentina. Junto, o trio decide libertar outras minas que passam por problemas similares aos já vividos por elas.

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Mulher-Maravilha

Em “Mulher-Maravilha”, as grandes mulheres não estão apenas na tela, mas também atrás das câmeras. Com direção de Patty Jenkins, o filme foi um grande sucesso de bilheteria.

Nesse mês, a história da super Mulher-Maravilha dirigida e estrelada por esses dois mulherões chega com tudo ao Telecine Play. Bora prestigiar um trabalho cheinho de progesterona como esse?

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Foto em destaque: Reprodução/Mulher Maravilha


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