Matéria Especial Hypeness

5 leitores do Hypeness contam histórias surreais de encontros e desencontros do amor

por: Kauê Vieira

Histórias de amor (suspiros), quem não tem uma para recordar? Bastou o Hypeness narrar o encontro entre Ye e Xue – que se cruzaram 11 anos antes de iniciar um relacionamento – para nossos leitores inundarem nossas redes sociais com relatos lindos. 

Teve gente que conheceu o amor da vida da livraria, “eu usava um broche de besouro na roupa e um dia o perdi na Livraria Cultura da Paulista”, narrou um. Outro romântico sortudo conheceu a amada lendo jornal, “ao ler o nome de uma bailarina me deu um estalo, ela será minha esposa”. 

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Ai gente, vocês nos deixaram profundamente tocados e sem sono. Só passando uma noite em claro para ler, processar e se inspirar em histórias de amor tão lindas. 

Para celebrar os encontros das vida, selecionamos cinco histórias de tirar o fôlego. Quem sabe você não esteja a um passo de encontrar o amor da sua vida. Aqui pra nós, o que importa mesmo é amar sem medo de ser feliz. 

Afinal, como canta lindamente Carlinhos Brown, ‘deixa o amor ter…”

Ai, o amor…

1. O cigarro e a caipirinha do amor 

O ano é 2013, Nicole Rocha está numa festa e resolve dar uma escapadinha para fumar. Ao chegar do lado de fora, é atingida com uma caipirinha na cabeça vinda do terraço, “fiquei muito puta”, escreveu. 

“Toda cagada, cheia de limão e gelo no cabelo”, recorda. 

O tempo passou e ela sofreu calada. Anos depois, ao recordar desse infeliz (nem tanto) em conversa com a namorada, foi surpreendida, “tenho uma história sobre isso”. 

A moça seguiu, “ela disse que até escutou alguém xingando muito lá debaixo e nós descobrimos que foi ELA QUE TACOU A CAIPIRINHA NA MINHA CABEÇA”.

“Não é romântica, mas ainda assim é uma boa história”. Ora Nicole, quer coisa melhor que amor + caipirinha?

2. Testemunha de um amigo meu

Alexandra Mazaropi, no melhor estilo ‘ariano torto’, foi parar na delegacia para ser testemunha de um amigo.  “Passei a noite lá  e perdi o dia de trabalho”, lamentou. 

Ela foi surpreendida ao, literalmente, se apaixonar pelo advogado do caso. O problema, o futuro marido defendia o acusado. E a jurisprudência, meritíssimo?!

Detalhe, os dois passaram a noite toda dentro uma delegacia, mas não se notaram.

“Só nos conhecemos seis meses depois pelo Tinder. Ele é o grande amor da minha vida e somos pais do Enrico, de 2 anos”. 

3. Vai descer, motô! 

Morando há seis meses em Florianópolis, Bia Moura gosta de ir a shows. Esteve em pelo menos quatro, em cidades diferentes, com o futuro companheiros. Os dois, claro, não se conheciam ainda. 

Eis que…

“Nos conhecemos pelo Instagram e vínhamos trocando mensagens há duas semanas. Combinamos de nos encontrar numa quarta-feira. Nunca tínhamos nos visto. Na terça nos conhecemos no ponto de ônibus, sem combinar nem nada”. 

4. Ok, Google!

Marcelo Martins Gomes deve ser um romântico à moda antiga. A história impressionante e o hábito de ler jornal são pontos fortes para a nossa tese. 

Domingo cedo, lá estava ele lendo a Folha de São Paulo “uma reportagem sobre o glamour e as dores da profissão de bailarina”. O coração do rapaz quase parou quando deu de cara com o nome de uma bailarina contundida no joelho. 

“Me deu um estalo: ela será minha esposa”, pensou com determinação. 

Disse que ele era das antigas. Decidido, trocou a lista telefônica pelo Google e encontrou a amada no Facebook.  “Mandei uma solicitação de amizade e ela aceitou em 10 minutos. Conversamos o dia todo, saímos para jantar, começamos a namorar no mesmo dia e casamos um ano depois”. 

Que paixão efervescente!

5. O broche na livraria 

Sabe a lei de Murphy? Ela age sempre que você sai por aí com algo que gosta. Danilo Alvarenga Zavatin sabe bem o que é isso. Sortudo, foi salvo pelo boy.

“Eu usava um broche de besouro na roupa e o perdi na Livraria Cultura da Paulista [em São Paulo]”. 

Um belo dia, morando junto com “o amor da minha vida”, perguntou onde ele guardava as pilhas do controle remoto. Ao abrir a caixa, a surpresa. “Encontrei o mesmo broche de besouro!”  

Deve ser outro, Daniel pensou. “Perguntei onde ele comprou. Ele disse que havia encontrado no chão da Livraria Cultura pelo menos um ano antes da gente se conhecer”. 

Ye e Xue

O ponto de partida para estes lindas (e bem brasileiras) histórias de amor foi o encontro nada causal entre Ye e Xue. Enquanto vasculhava um velho álbum de fotografias, o casal encontrou um retrato de 2000 – 11 anos antes de se conhecerem. 

Os dois, assustadoramente, foram clicados juntos em uma fotografia em um monumento chinês. Um feito para qualquer pessoa, some isso ao fato da China ser habitada por 1 bilhão de pessoas. 

“Parece que Qingdao é certamente uma das cidades mais especiais para nós. Quando as crianças estiverem mais velhas, iremos novamente para Qingdao e a família vai tirar outra foto”.

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Fotos: Reprodução


Kauê Vieira
Nascido na periferia da zona sul de São Paulo, Kauê Vieira é jornalista desde que se conhece por gente. Apaixonado pela profissão, acumula 10 anos de carreira, com destaque para passagens pela área de cultura. Foi coordenador de comunicação do Projeto Afreaka, idealizou duas edições de um festival promovendo encontros entre Brasil e África contemporânea, além de ter participado da produção de um livro paradidático sobre o ensino de África nas Escolas. Acumula ainda duas passagens pelo Portal Terra. Por fim, ao lado de suas funções no Hypeness, ministra um curso sobre mídia e representatividade e outras coisinhas mais.

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