Diversidade

Estudo comprova que imigrantes são bons para a economia e não o contrário

por: Mari Dutra

Um estudo publicado pela New American Economy aponta que imigrantes fazem bem para a economia de um país. A pesquisa lembra que cerca de 3,2 milhões de migrantes possuem um negócio próprio nos Estados Unidos. Estes números incluem pequenas, médias e grandes empresas.

Entre as companhias listadas pela Fortune 500, que reúne as 500 maiores empresas do país, uma surpresa: 45% destas foram fundadas por imigrantes ou por seus filhos. Os lucros provenientes dos negócios criados por estas famílias foram de U$$ 6,1 trilhões em 2018 – cerca de R$ 23 trilhões. Mas os benefícios não param aí.

Homem segura placa em inglês com os dizeres "Pare de fingir que seu racismo é patriotismo"

Pare de fingir que seu racismo é patriotismo. Foto: Melany Rochester

Ao todo, 223 das 500 maiores empresas do país foram fundadas por famílias migrantes. Destas, 101 foram criadas diretamente por uma pessoa que havia migrado para os Estados Unidos. Em compensação, os filhos destes são responsáveis pelos 122 negócios restantes.

Estas empresas são responsáveis por empregar mais de 13 milhões de pessoas no país. O número é 11% maior do que o apresentado por outros negócios listados na Fortune 500, mas que não foram fundados por imigrantes.

“Essa maior propensão à criação de empresas entre os imigrantes é crucial para a economia dos EUA, pois pesquisas mostram que quase todo o crescimento líquido de empregos nos Estados Unidos é atribuído a novas empresas e startups”, destaca o estudo.

Para acessar o levantamento no íntegra, clique aqui.

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Crédito sob as imagens


Mari Dutra
Criadora do Quase Nômade, contadora de histórias, minimalista e confusa por natureza, com os dois pés (e um pet) no mundo. Chega mais perto no Instagram.

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