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6 verdades irrefutáveis sobre a sinceridade

por: Redação Hypeness

Você faz o tipo espontâneo e adora dizer “umas verdades” por aí? Bom, então a gente precisa conversar um pouco sobre a tão falada sinceridade.

Sinceridade em excesso pode ferir outras pessoas

Ninguém precisa dizer TUDO que vem à cabeça. Lembra das saias justas que a Phoebe de Friends passava? Muitas vezes, o excesso de espontaneidade da personagem feria os sentimentos de outras pessoas, mesmo que não fosse essa a sua intenção. Quando não tiver nada de construtivo para dizer a alguém, é melhor ficar calado. 

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– Meu nome é Preciosa.
– Não posso dizer isso.

Há coisas que não precisam ser ditas

Mesmo que alguma coisa pareça natural para você, ela nem sempre precisa ser verbalizada, ainda mais quando sabemos que isso irá causar desconforto em outras pessoas. Ninguém quer dar uma de Borat deixando todo mundo constrangido por aí, não é mesmo? 

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“Experimente um pouco de queijo… Minha mulher que fez, com o leite de sua teta.”

Sinceridade não significa estragar o rolê dos amigos

Se a grande verdade que você precisa contar for o segredo de um amigo seu, talvez seja melhor manter as palavras dentro da sua boca, ok? 

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“Posso dizer é que esse não é o primeiro casamento do Stu. Houve uma prostituta em Las Vegas…”

A sinceridade pode se transformar em escudo

Sinceridade não pode ser sinônimo de grosseria. Quando você deixa seus pensamentos saírem pela boca sem nenhum filtro, talvez seja você mesmo quem precise ouvir “algumas verdades”. 

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“Você acha que ele está compensando alguma coisa?”

Ser sincero é diferente de ser idiota

É saudável se mostrar vulnerável às vezes, mas também é importante saber reconhecer o limite entre ser sincero sobre seus sentimentos e ser feito de idiota. 

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“Parece que você faz de tudo para eu me sentir como uma completa idiota cada vez que te vejo e você realmente não precisa se incomodar. Eu já me sinto como uma idiota na maior parte do tempo, de qualquer jeito”

Sinceridade boa é aquela que ajuda

Sim, você pode usar esse dom da sinceridade como um recurso para animar os amigos. É o que Aníbal, personagem do humorista Paulo Gustavo, faz com a Fernanda, vivida pela atriz Mônica Martelli, em “Minha Vida em Marte”, por exemplo. 

Ele ajuda a companheira a sair da bad após a separação e os dois enchem o filme de muitas risadas sinceronas, que nos lembram que a verdadeira amizade é aquela que sabe dizer aquilo que nós precisamos ouvir. 

Ela quer sopa. Ela não quer um x-burguer. Eu quero um x-burguer, né?

Quem ainda não viu, pode assistir “Minha Vida em Marte” no Telecine – e quem já viu pode rir de novo com as aventuras da dupla em Nova York. Afinal, sinceridade no meio da viagem vale por duas!

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Foto em destaque: Minha Vida em Marte/Reprodução


Redação Hypeness
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