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Esses 11 filmes vão fazer você pensar sobre a sociedade em que vivemos

por: Redação Hypeness

Se você está lendo essa pauta, é um privilegiado. Não por ter acesso ao conteúdo que publicamos aqui, mas porque você tem uma coisa que parece natural, mas não é: internet. Essas maravilhas da rede mundial de computadores são uma regalia a qual mais de um terço da população brasileira sequer tem acesso.

Fora estas desigualdades sociais tremendas, há ainda muitas barreiras a vencer para chegarmos a um mundo mais igualitário. Vivemos envoltos em uma sociedade que destila preconceitos e que ainda está engatinhando ao aprender sobre como lidar com a diversidade

Para refletir sobre essa questão, reunimos 11 filmes que vão fazer você colocar a mão na consciência e pensar sobre todas as barreiras que algumas pessoas precisam enfrentar diariamente apenas por ser quem elas são. 

“Moonlight”

Racismo, homofobia, masculinidades, desigualdade de oportunidades… Tudo isso pode ser visto em “Moonlight”. A obra segue o crescimento de Chiron e mostra a descoberta da sua sexualidade ao longo de infância, adolescência e vida adulta. 

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“O Suspeito”

Filme estadunidense que escancara a islamofobia estrutural no país. É baseado na história real vivida por Khalid El-Masri, que inspirou o personagem egípcio Anwar El-Ibrahimi. Confundido com o suspeito de um atentado, ele é sequestrado pela CIA na África do Sul, interrogado e torturado, enquanto sua esposa americana tenta desesperadamente descobrir seu paradeiro.

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“Entre os Muros da Escola”

Uma película que retrata os desafios enfrentados pelas escolas e educadores franceses para se adaptar à diversidade cultural no país. O destaque fica para a postura dos professores que buscam mudar um sistema repressor que, desde o início do ano letivo, classifica os alunos como “bons” ou “maus”. 

“Olhar estrangeiro”

Um documentário leve, mas avassalador, que mostra os clichês que os estrangeiros perpetuam sobre o Brasil. Com direção de Lúcia Murat, o filme brinca com diversos preconceitos existentes na indústria cinematográfica. 

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“O Escafandro e a Borboleta”

O preconceito não vem só de fora. Muitas vezes, a sociedade faz com que tenhamos dificuldades de aceitar nossas próprias características. É esse processo que acompanhamos em “O Escafandro e a Borboleta”, sob o olhar de Jean-Dominique Bauby, que sofre um AVC aos 43 anos e vive uma condição rara em que seu corpo fica completamente paralisado, exceto pelo olho esquerdo. 

“Adivinha quem vem para jantar”

Disfarçado de comédia, “Adivinha quem vem para jantar” traz uma crítica ácida sobre os relacionamentos interraciais nos Estados Unidos dos anos 60.

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“Filadélfia”

Andrew Beckett é um advogado gay que descobre que tem AIDS. Quando seus colegas de trabalho sabem disso, ele é demitido e contrata Joe Miller, um outro advogado (homofóbico), para levar o caso aos tribunais. 

“Histórias Cruzadas”

A jornalista Eugenia “Skeeter” Phelan é uma mulher branca que decide escrever um livro na perspectiva de empregadas domésticas negras, mostrando o racismo sofrido por elas na casa dos patrões brancos. A partir disso, ela passa a repensar sua própria posição social. 

Ninguém nunca me perguntou como é ser eu.

Ninguém nunca me perguntou como é ser eu.

“A Garota Dinamarquesa”

A história de Lili Elbe, uma das primeiras transexuais a se submeter a uma cirurgia de redesignação sexual, é retratada neste drama biográfico. O filme mostra ainda o relacionamento amoroso de Lili com a pintora dinamarquesa Gerda e a maneira como ela se descobriu mulher ao posar para retratos em substituição às modelos que faltavam.

– Acho que sou uma mulher.
– Eu também acho.

“As Sufragistas”

Um retrato do movimento sufragista britânico no início do século 20, quando as mulheres ainda não tinham direito ao voto. 

Nunca se renda, nunca desista da luta.

Nunca se renda, nunca desista da luta.

“Infiltrado na Klan”

Uma forte crítica à sociedade racista, o “Infiltrado na Klan” mostra como um policial negro conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan e se tornar líder da seita. Nesta posição, ele é capaz de sabotar diversos crimes de ódio planejados pelo grupo. 

Baseado em fatos reais, Infiltrado na Klan é uma das estreias do mês no Telecine. O serviço de streaming pode ser assinado por R$37,90 ao mês e os primeiros sete dias são gratuitos. Quer oportunidade melhor para ver e refletir com um filmaço como esse? 

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Foto em destaque: Infiltrado na Klan/Reprodução


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