Arte

Play! Tarantino faz playlist gigante com músicas favoritas de seus filmes

01 • 08 • 2019 às 11:38
Atualizada em 01 • 08 • 2019 às 12:38
Vitor Paiva
Vitor Paiva   Redator Vitor Paiva é jornalista, escritor, pesquisador e músico. Nascido no Rio de Janeiro, é Doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. Trabalhou em diversas publicações desde o início dos anos 2000, escrevendo especialmente sobre música, literatura, contracultura e história da arte.

O diretor Quentin Tarantino é sem dúvida um dos maiores nomes do cinema das últimas décadas e mesmo da história. Para além da qualidade evidente de seus filmes, parte do charme de sua filmografia reside nas trilhas sonoras das obras. Incontestavelmente Tarantino é também um mestre em selecionar a música que irá abrilhantar e ajudar a estabelecer o clima para contar a história em cada um de seus filmes. De “Cães de Aluguel” a “Django”, de “Pulp Fiction” a “Kill Bill”, cada filme de Tarantino é também a garantia de uma excelente trilha original ou de uma seleção de pérolas da música que se imortalizam nas telas através de seus filmes.

O diretor Quentin Tarantino

Para celebrar o lançamento de sua mais nova obra, Era Uma Vez em Hollywood, o diretor estadunidense resolveu reunir em uma só playlist sua seleção preferida de músicas de sua filmografia. Clássicos como “Bang Bang”, de Nancy Sinatra (presente na trilha de “Kill Bill Vol. 1″), “You Never Can Tell”, de Chuck Berry (inesquecível na cena da dança de “Pulp Fiction”) e “Apple Blossom”, do White Stripes (de “Os Oito Odiados”) ajudam a compor a playlist de Tarantino – lançada no Spotify.

A icônica cena da dança de Pulp Fiction

A seleção é composta por mais de 70 músicas com mais de 4 horas de duração, e reúne nomes tão variados quanto Harry Nilson, Bernard Herrmann, T. Rex, Chris Isaak, Soundgarden, Ennio Morricone, Johnny Cash e Kool & The Gang – dando uma dimensão do talento de Tarantino para misturar a forte estética cinematográfica de sua obra com outras inesperadas estéticas musicais, e formar assim uma terceira estética, que é por fim efetivamente a sua obra.

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© fotos: divulgação/reprodução


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