Sustentabilidade

Universidade de Londres proíbe venda de carne bovina aos estudantes

15 • 08 • 2019 às 20:46
Atualizada em 16 • 08 • 2019 às 11:52
Vitor Paiva
Vitor Paiva   Redator Jornalista, escritor e músico, Vitor Paiva é Doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade.

O mal que o consumo de carne de origem animal provoca à nossa saúde é proporcional ao mal que também causa ao meio-ambiente – e cada vez mais, em nome do futuro das pessoas individualmente e do próprio planeta como um todo, grandes instituições vêm estabelecendo políticas de inibição ou mesmo proibição do consumo de carne com urgência. É o caso da Universidade de Londres, no Reino Unido, que acaba de anunciar que a carne bovina será proibida em suas cantinas – que atendem aos mais de 10 mil estudantes que frequentam a universidade diariamente.

A medida passa a valer com a volta às aulas, no mês de setembro, e complementam outras mudanças na Universidade, que passará a funcionar com energia limpa assim que o atual contrato se encerrar. Além disso, uma pequena quantia equivalente a 0,50 centavos de Real passará a ser cobrada por garrafas e copos plásticos – e não para por aí: a Universidade irá cortar parte de seus investimentos em empresas que possuem mais de 10% de seus lucros a partir da extração de combustíveis fósseis.

A Universidade de Londres

Dentro dos cursos, a questão ambiental já possui protagonismo em diversas áreas, e hoje a universidade oferece diversas opções curriculares a respeito das alterações climáticas. O objetivo maior da Universidade de Londres é neutralizar suas emissões de carbono até 2025, através não só das medidas supracitadas, mas também de recompensações das emissões, com o desenvolvimento de programas de plantios e ampliações de áreas verdes.

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