Criatividade

Feijão enlatado da Heinz ganha museu para chamar de seu

por: Vitor Paiva

A gigante dos alimentos processados Heinz tinha somente 17 anos de atividades quando, em 1886, começou a vender feijões cozidos enlatados. 133 anos depois o Heinz Baked Beanz são hoje um verdadeiro ícone alimentício internacional, especialmente Reino Unido – onde o alimento é mais consumido em diversas receitas feito fosse um típico alimento tradicional, apesar da origem estadunidense da fábrica. Mais de 1 bilhão de latas de feijão Heinz são vendidas na Europa anualmente e, a fim de celebrar esse sucesso centenário, um museu pop-up foi inaugurado em Covent Garden, em Londres, para contar a história do Heinz Baked Beans.

Intitulado Heinz Beanz Muzeum (utilizando a grafia singular da empresa, substituindo o “s” pelo “z”) o museu teve somente um final de semana de duração, e ofereceu um mergulho não só na trajetória do tão amado alimento enlatado, como também em sua feitura, em receitas que utilizam o feijão Heinz e mais: o design das latas, memorabilias especiais e edições comemorativas também foram expostas no museu temporário, que durou somente do dia 30 de agosto até o dia 01 de setembro de 2019.

A instalação se deu como uma das celebrações pelos 150 anos da Heinz, inaugurada por Henry John Heinz na cidade de Pittsburgh, nos EUA, em 1869.

Além da história exposta, o museu também ofereceu experiências interativas – incluindo um mergulho em uma “piscina” de feijões e a possibilidade de personalizar uma lata. A principal interação, porém, não poderia ser outra: uma típica torrada coberta por feijões (o mais icônico dos “pratos” consumidos pelas famílias inglesas) era oferecida aos visitantes no cenário de uma cozinha estilizada feito fosse em uma casa da década de 1970.

Além da celebração pelos 150 anos, a exposição pop-up também serviu como um evento pelo lançamento de novas receitas e programações visuais para os produtos da empresa, como a sopa de tomate, a maionese, o ketchup (a Heinz é a maior vendedora do mundo) e os próprios feijões.

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© fotos: divulgação


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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