Arte

A loja distópica onde ninguém pode entrar criada por Banksy após disputa de marca registrada

por: Mari Dutra

Uma empresa de cartões comemorativos tentou registrar a marca Banksy. Como resposta, o artista criou sua própria marca, com direito a uma loja em que ninguém pode entrar.

Diante da disputa de marcas, Banksy entrou em contato com seu advogado que o advertiu que a melhor maneira de garantir o registro do próprio nome seria vender produtos com uma marca autoral. Assim surgiu a Gross Domestic Product.

De acordo com o advogado Mark Stephens, citado pelo site Bored Panda, a lei indica que, se uma marca registrada não está sendo usada, ela pode ser transferida para outra pessoa que deseje utilizá-la.

Graças a isso, o artista passou os últimos meses produzindo objetos com o intuito de preencher categorias de registro enquadradas na lei europeia.

Como resultado, os fãs de sua arte agora podem adquiri-la em diversos formatos.

De tapetes a almofadas, tudo leva a assinatura de Banksy.

A loja, localizada na região de Croydon, em Londres (Inglaterra), foi inaugurada há três dias.

Através de uma publicação no Instagram, o artista explicou o motivo incomum que o levou a criar o espaço e avisou que as portas não serão abertas.

O local trata-se apenas de um showroom e todas as vendas serão feitas online. Os artigos deverão ser vendidos com preços a partir de 10 libras e, segundo a publicação, são feitos usando materiais pré-existentes ou reciclados sempre que possível. “Inclusive as ideias“, destaca o material.

Veja mais imagens da loja criada por Banksy

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Fotos: Divulgação


Mari Dutra
Especialista em conteúdos digitais, Mariana vive na Espanha, de onde destila textos sobre turismo, sustentabilidade e outros mistérios da vida. Além de contribuir para o Hypeness desde 2014, também compartilha roteiros e reflexões mundo afora no blog e no Instagram do Quase Nômade.

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