Criatividade

Este café coberto com chantilly negro fosco quer ser o café preto mais preto do mundo

por: Vitor Paiva

Um café puro, sem leite ou qualquer aditivo, é costumeiramente chamado de café “preto” – independentemente da real tonalidade da bebida. Um café em Nova York, porém, decidiu tornar tal apelido uma definição literal: mais do que isso, decidiu criar a receita do café mais preto do mundo. Assim nasceu o Matte Black Latte no Round K Café, uma bebida gelada de café coberta por chantilly que parece feita de petróleo ou um copo de açaí, mas que em verdade vem fazendo sucesso por sua cor e por seu sabor amendoado, como uma deliciosa receita de café gelado.

Para alcançar a tonalidade desejada, o dono do Round K, Ockhyeon Byeon, procurou por ingredientes diversos, como carvões comestíveis ou equivalentes – até encontrar cinza de coco, que não só oferece o tom de preto desejado, como o tal sabor amendoado que destaca o Matte Black Latte.

O café fica no Lower East Side de Manhattan, e oferece a bebida desde 2017 – que se tornou tendência e hoje já é copiada em diversos outros locais.

A receita é quase em sua totalidade formada por cacau holandês processado, uma dose dupla de café expresso, leite de amêndoa, gelo e o ingrediente especial – a tal cinza de coco. O toque final é o chantilly negro, feito com creme de coco, marzipã e a mesma cinza. No Round K em sua receita original o café mais preto do mundo é vendido por 6,50 dólares.

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© fotos: divulgação


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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