Futuro

O ‘gesso do futuro’ já existe e é impermeável, ventilado e não dá coceira

por: Gabriela Glette

Essencial para restabelecer membros quebrados, só quem já usou sabe como o gesso pode ser desconfortável. No entanto, graças à tecnologia uma empresa de Chicago criou uma alternativa ao material. O ‘gesso do futuro‘ é à prova d’água, leve e respirável, pode ser usado durante o banho, na prática de esportes e até mesmo nadar. O material inovador foi desenvolvido pela startup Cast21.

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Feito de resina líquida moldada na forma adequeda, o design já foi patenteado. Pesado e desconfortável, o gesso acaba sendo anti-higiênico, já que impede a pele de respirar. Durante algumas semanas, as pessoas começam a sofrer de alergias, coceiras, fora o cheiro desagradável. O mesmo não acontece com seu substututo, que é impermeável.

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Isto sem falar na hora de tirar o gesso, quando os médicos são obrigados a usar uma serra – o que, convenhamos, chega a ser assustador! Segundo Veronica Hogg – uma das criadoras do ‘gesso do futuro’: Nosso produto não exige isso. Ele foi projetado para que um médico possa pegar tesouras clínicas, cortar as abas e abri-las facilmente. Foi projetado para eliminar completamente o uso de uma serra de gesso e tornar o processo de cicatrização muito mais agradável para o paciente”.

gesso do futuro 3

O dispositivo também é mais rápido de aplicar do que os modelos tradicionais. Os médicos começam medindo o membro danificado usando uma fita métrica flexível. Depois de selecionar o tamanho correto, deslizam uma manga flexível e levemente acolchoada no braço do paciente. Em seguida, basta misturar um duo de resinas líquidas e derramá-las no membro através de um bico com válvula. Após este procedimento, o material leva apenas 3 minutos para secar.

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Outro bônus é que não é necessária eletricidade ou água para aplicar o material, portátil e acessível. Atualmente, modelos impressos em 3D já estão disponíveis na Europa e Estados Unidos, mas custam extremamente caros, por isso acabam sendo pouco usados. A intenção da startup é oferecer a possibilidade de um material inovador, que seja acessível a todos. As próteses podem ser compradas através do site da empresa.

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Fotos: divulgação


Gabriela Glette
Uma jornalista que ama poesia e mora na França, onde faz mestrado em comunicação. Apaixonada por viagens e inquieta por natureza, ela encontrou no nomadismo digital o segredo de sua felicidade, e transforma a saudade que sente da família e amigos em combustível para escrever suas histórias.

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