Diversidade

Obama diz que mundo seria melhor se mulheres governassem todos os países

por: Karol Gomes

Em discurso durante evento privado sobre liderança em Cingapura, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que “se as mulheres governassem todos os países do mundo, haveria uma melhora geral no padrão de vida e nos resultados”. Um homem sensato, não é mesmo?

E os especialistas confirmam! De acordo com a pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgada em junho deste ano, gerações atuais e futuras podem se beneficiar enormemente se o mundo caminhar para uma maior igualdade entre homens e mulheres. 

Barack Obama durante evento da Fundação Obama em Cingapura

E Obama não parou por aí: segundo o político, as mulheres não são perfeitas, mas são “indiscutivelmente melhores” que os homens. Obama, que foi presidente dos EUA de 2009 a 2017, afirmou que ele começou a refletir a respeito disso enquanto estava no cargo. 

“Tenho certeza absoluta de que, por dois anos, se todas as nações do mundo fossem governadas por mulheres, vocês veriam uma melhoria significativa em todos os aspectos, em quase tudo… Padrões de vida e resultados”, completou Obama. 

O ex-presidente também falou sobre seus planos futuros e se envolvem voltar a política. “Eu acredito em líderes que souberam a hora de se afastar. Se você olhar para o mundo e para os problemas, geralmente são pessoas mais velhas, sobretudo homens mais velhos, que não saem do caminho”, declarou.

Obama sabe o que diz, afinal, ele é casado com a mulher mais admirada do mundo em 2019, Michelle Obama. Desde que deixaram a Casa Branca, ele-presidente e ex-primeira-dama estão à frente da Fundação Obama, criada para ajudar na formação de lideranças jovens em todo o mundo. Neste evento mais recente, Obama falou para jovens que apoiarão planos da fundação na Ásia.

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Imagens: Divulgação / Obama Foundation


Karol Gomes
Karol Gomes é jornalista e pós-graduada em Cinema e Linguagem Audiovisual. Há cinco anos, escreve sobre e para mulheres com um recorte racial, tendo passado por veículos como MdeMulher, Modefica, Finanças Femininas e Think Olga. Hoje, dirige o projeto jornalístico Entreviste um Negro e a agência Mandê, apoiando veículos de comunicação e empresas que querem se comunicar de maneira inclusiva.

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