Inspiração

Gigi tinha futuro brilhante no basquete e reacendeu amor de Kobe pelo esporte

por: Redação Hypeness

A morte de um figura do tamanho de Kobe Bryant deixa uma série de fraturas para quem fica. Além do sofrimento da família, os fãs sentem e muito a perda de Gianna Bryant. Com apenas 13 anos de idade, a jovem tinha caminhos abertos para carregar o legado do pai no basquete. 

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Kobe e Gigi se tornaram presença frequente nos jogos

“Essa menina, cara. Estou te dizendo. A melhor coisa que acontece é quando saímos e as pessoas me dizem que preciso ter um filho homem para carregar a tradição, o legado. Ela [Gigi] responde tipo, ‘deixa comigo’. É isso mesmo, você está no controle”, disse Kobe ao programa de Jimmy Kimmel. 

Treinar a filha era a coisa mais importante para Kobe nos últimos anos. Ele, que se aposentou do basquete marcando 60 pontos na última partida em 2016, se manteve afastado do esporte. Talvez fosse uma forma de entender o que representaria estar longe da coisa que mais gostava de fazer. 

Kobe havia partido para outra, estava investindo no mercado financeiro e arranjou tempo para ganhar um ‘Oscar’ pelo curta ‘Dear Basketball’, que narra sua relação com a bola laranja. 

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O talento de Gianna saltou aos olhos do agora ex-jogador de 41 anos. A empolgação foi tão grande que Kobe, competitivo como sempre foi, construiu um cronograma de sete anos para o desenvolvimento do jogo da filha. 

“Antes de Gigi se interessar por basquete, eu quase não assistia aos jogos. Agora que ela mergulhou nesse universo,  os jogos passam todos os dias. Ela assiste tudo”, disse Kobe ao podcast All the Smoke.  

Bryant era treinador do time de basquete da filha

A empolgação de Kobe era tão grande, que ele se tornou presença frequente na primeira fila durante partidas do Lakers. Ao lado, claro, de Gigi. Os dois trocavam ideias sobre o jogo e a garota tietava nomes como Lebron James e Luka Doncic. 

“A gente se divertia muito porque era a primeira vez que eu via o basquete pelos olhos dela. Era ela. Ela estava se divertindo tanto”, acrescentou. 

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Mambacita, apelido que Gigi ganhou por ter a mesma mentalidade competitiva do pai, impressionava. O estilo de arremesso, o fadeaway, era idêntico ao de Kobe. A relação de amor com o basquete também. Bryant era técnico do time da filha na Mamba Sports Academy, centro aberto pela ex-estrela do Lakers na Califórnia para revelar novos atletas. 

“É muito divertido. Quer dizer, ela é extremamente competitiva. Nós temos um grupo de crianças que amam o jogo. Elas têm um apetite para aprender mais. Portanto, adoro estar ao lado delas”, afirmou Kobe. 

Gianna, inclusive, já era sondada por grandes universidade dos Estados Unidos e ninguém tinha dúvidas que seu futuro seria na WNBA – liga de basquete feminina dos EUA. A associação emitiu nota de pesar pela morte de Gianna e Kobe Bryant. 

 

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Fotos: foto 1: Getty Images/foto 2: Splash News/The Grosby Group/foto 3: Getty Images/foto 4: Getty Images


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