Arte

Quarentena: coleções digitalizadas permitem ler gratuitamente milhares de livros infantis históricos

por: Gabriela Glette

Por mais que hoje as crianças tenham acesso a programas de computador, aplicativos, tablets e smartphones, absolutamente nada substitui aquele momento mágico de ler um livro com os pais antes de dormir. Diferente da tecnologia, os livros estimulam o cérebro a criar e desenhar sua própria história, criando conexões essenciais para o desenvolvimento criativo das crianças. Por isto, deixe as telas de lado (ao menos na hora de dormir) e aproveite a quarentena para ler um livro a seu filho. Graças à coleções digitalizadas, hoje temos acesso a milhares de livros infantis históricos gratuitamente.

alice no país das maravilhas

Nos Estados Unidos – hoje epicentro do coronavírus, centenas de bibliotecas estão disponibilizando seu acervo completo, como forma de estimular a leitura do período de isolamento social. Dentre as preciosidades que você poderá encontrar por lá, está uma das primeiras edições de ‘Pinóquio’, com belíssimas ilustrações de Frederick Richardson e uma valiosa edição de ‘Alice no País das Maravilhas’, de Lewis Carrol, de 1907.

pinoquio

A era de ouro da literatura infantil teve seu apogeu entre as décadas de 1930 e 1940, quando diversos novos autores despontavam no horizonte e séries ilustradas faziam sucesso entre as famílias. Muitas destas histórias permanecem vivas até hoje, porém contadas em diferentes suportes, como por exemplo tablets e até mesmo em filmes, como alguns clássicos de Walt Disney.

biblioteca soviética

A arte nunca se mostrou tão essencial como em tempos de quarentena. Aproveite este período para despertar a imaginação de suas crianças. Conheça abaixo a relação de algumas bibliotecas digitais repletas de clássicos:

1. The Library of Congress’s

2. The University of California Los Angeles’s Library’s collection

3. University of Florida’s Baldwin Library of Historical Literature’s

4. Playing Soviet: The Visual Languages of Early Soviet Children’s Books, 1917-1953

cinderela

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Fotos: Creative Commons


Gabriela Glette
Uma jornalista que ama poesia e mora na França, onde faz mestrado em comunicação. Apaixonada por viagens e inquieta por natureza, ela encontrou no nomadismo digital o segredo de sua felicidade, e transforma a saudade que sente da família e amigos em combustível para escrever suas histórias.

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