Arte

Esqueça a quantidade e conheça a MUBI, plataforma de streaming que prima pela qualidade de seus filmes

por: Redação Hypeness

A internet parece querer adivinhar nosso gosto e nos oferecer opções infinitas para qualquer desejo, mas nem por isso as escolhas se tornaram mais fáceis. Selecionar um filme para uma noite com pipoca, por exemplo, pode se tornar tarefa árdua, e nos tomar horas e horas sem solução.

Pois a resposta para essa angústia está justamente na qualidade em detrimento da quantidade: curadoria é palavra de ordem hoje. É nesse ponto que a MUBI entra em cena – e em cartaz: uma plataforma que oferece uma seleção humanizada de filmes, atualizada diariamente por clássicos e joias do cinema mundial. É um catálogo para se confiar de olhos fechados no sentido figurado, mas literalmente abertos e encantados com obras-primas de hoje e do passado, filmes de grandes diretores da atualidade, títulos recém saídos de festivais, curtas, documentários e obras experimentais de todo o mundo: na MUBI se encontra de verdade o melhor da sétima arte.

Cena do filme ‘Divino Amor’, de Gabriel Mascaro, disponível na MUBI

Simples assim: trata-se de um site para verdadeiros cinéfilos, que funciona feito fosse um festival no qual confiamos na seleção, compramos ingresso sem preocupação e assistimos a qualquer opção oferecida pela curadoria. A plataforma começou há cerca de 13 anos, com um pequeno repertório de títulos mas um séquito apaixonado de fãs do melhor cinema reunido.

Rapidamente ficou claro que, ao invés de mergulhar na selvagem competição contra os gigantes do streaming, a MUBI deveria justamente oferecer uma seleção infalível de títulos como diferencial – que mantém fiéis hoje os mais de 10 milhões de usuários ao redor do mundo como membros de um clube especial, que se encontram para trocar impressões e sugestões entre pares feito estivessem em uma verdadeira rede social do cinema. 

Detalhe de ‘The Tree House’, filme de Minh Quy Truong

Quanto melhor o filme, maior a diversão e mais profunda é a experiência para o expectador – e esse é o espírito do clube, ou melhor, da MUBI: descobrir e redescobrir o mundo e a nós mesmos todos os dias, através de alguns dos mais interessantes filmes já feitos. E justamente como fazem os melhores festivais, a plataforma oferece seleções especiais e retrospectivas reunindo épocas, países ou diretores – a tal curadoria como ponto de partida.

No momento do fechamento dessa reportagem, estão em cartaz na MUBI os especiais ‘New Brazilian Cinema’, com o melhor do cinema brasileiro contemporâneo, ‘Para Sempre Godard‘, reunindo a obra do genial diretor da nouvelle vague francesa, e o ‘Especial Rainer Fassbinder‘, ao redor da obra do igualmente genial diretor e autor alemão. 

E esta dinâmica se amplia ainda mais na relação direta que a plataforma estabelece com seus assinantes, de uma forma muito mais pessoal que qualquer outro serviço: diariamente um ser humano (lembram deles?) e não um robô seleciona um novo filme para entrar em destaque – e essa dica é enviada diretamente para o inbox.

O título chega por e-mail junto com um pequeno texto explicativo, convidando o usuário a mais uma experiência cinematográfica especial – daquelas que somente a sensibilidade humana é capaz de promover. Para a quarentena a pedida é perfeita, e o ‘Filme do Dia‘ pode se tornar um delicioso compromisso diário: um novo filme para ser descoberto e debatido entre gargalhadas e lágrimas até o dia seguinte – até a nova sugestão chegar.

Um exemplo concreto desse diferencial que a plataforma oferece em seu catálogo vem da própria feitura desta reportagem: por três vezes visitando a MUBI para pesquisa, o trabalho temporariamente foi posto de lado de forma quase inconsciente, para um mergulho irresistível em obras surpreendentes encontradas entre um clique e outro. Primeiro foi o doc ‘O Mistério de Picasso’, depois foi a retrospectiva do ‘Godard’, e por fim o filme Pendular, filme premiado em Berlim da diretora brasileira Julia Murat, que deliciosamente sequestraram minha atenção: valeu a pena. 

E a curadoria propriamente é só uma parte da experiência na MUBI – que também funciona como um gigantesco almanaque do cinema de todos os tempos, trazendo informações, trailers, fotos, críticas, review de filmes e entrevistas exclusivas na Revista Digital Notebook sobre literalmente as milhares de obras que já passaram por lá. Qualquer dúvida cinematográfica, é só pesquisar e resolver. Além disso, você pode descobrir centenas de seleções previamente escolhidas a dedo no Acervo.

‘Apiyemiyeki?’, de Ana Vaz

E como se não bastasse, a parceria entre a MUBI e o Hypeness oferece 30 dias de assinatura grátis ao leitor que quiser descobrir o melhor do cinema. Nesse mundo em que o excesso de informação nos soterra diariamente, e que escolher um filme para viver momentos de prazer pode se tornar um pequeno pesadelo, a Mubi funciona como um amigo ou amiga em quem podemos confiar – aquela querida companheira cinéfila, que não só sabe tudo sobre cinema: com a cabeça mais aberta possível, sabe, da sétima arte, tudo de melhor. 

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Fotos: Divulgação


Redação Hypeness
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