Design

Designer revela fontes usadas nem logos das principais marcas do mundo

por: Vitor Paiva

É claro que um bom produto é o passo essencial para uma empresa alcançar o sucesso, mas também é fato que sem uma identidade visual marcante, sem um logotipo memorável e impactante tal êxito se coloca um tanto mais distante. Entre os mais simples e os mais complexos, à frente de toda grande empresa há uma marca icônica, um logotipo inesquecível para que o cliente bata o olho e saiba de imediato de que se trata determinada marca. Um logotipo começa muitas vezes pela escolha da fonte certa para grifar o nome da empresa – e feito um mágico que explica o segredo por trás dos mais célebres truques, o designer italiano Emanuele Abrate, mais conhecido como o “guru dos logotipos”, decidiu revelar qual é a fonte utilizada em alguns dos mais icônicos logotipos do planeta.

Pois cada fonte comunica uma possível intenção, um determinado sentimento, essa ou aquela impressão que, aliada aos grafismos que costumam formar um logotipo, ao fim significam o sentido visual que uma empresa possui. O que seria de marcas como a Coca-Cola, o McDonald’s, a Walt Disney, a Ford ou a Lego sem seus inesquecíveis logos? Naturalmente que as fontes reveladas por Abrate nem sempre estão dispostas nas marcas na mesma forma que as utilizamos – muitas vezes elas são devidamente alteradas ou acrescidas para possuírem singularidade e agregarem ainda mais valor e afeto ao produto em questão.

Em seu perfil no Instagram o designer italiano expõe seu trabalho e mostra toda sua experiência e seu conhecimento no que diz respeito à feitura e aos sentidos que um bom logotipo pode oferecer. Mas é em sua segunda conta na rede social, intitulada Logo Fonts, que ele revela quais fontes foram utilizadas em diversos logotipos célebres – postando a imagem do logo com o nome da fonte substituindo o nome da empresa. O resultado revela como muitas vezes é de uma ideia simples que nasce a melhor solução gráfica, e que algumas das mais reconhecíveis marcas do planeta utilizam fontes banais e cotidianas – outras, porém, criam as próprias fontes ou alteram de forma radical uma fonte original.

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© artes: Emanuele Abrate


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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