Criatividade

Pessoas fizeram máscaras com estampas de seus próprios rostos – e o resultado é hilário

por: Kauê Vieira

As máscaras se tornaram instrumento fundamental para nossa saúde e para a saúde de toda a sociedade nesse momento de pandemia, e por isso são hoje peças fundamentais de nossa vestimenta diária – seja para quem precisa sair de casa, seja para quem vai receber uma entrega, passear com o cachorro ou simplesmente levar o lixo na rua: a máscara hoje é nossa melhor amiga. E por ter se tratado de artefato onipresente sempre cobrindo nosso rosto, muita gente procurou peças com estampas interessantes, bonitas, surpreendentes – e algumas pessoas foram além, não se sabe se a sério ou pela piada, e mandaram estampar a parte inferior dos próprios rostos – a justa parte coberta – em suas máscaras.

Se o objetivo era “camuflar” a máscara e fingir que não se está vestindo nada sobre o rosto, bem, nem sempre esse foi o resultado alcançado – conforme mostra essa hilária matéria realizada pelo site Bored Panda. A seleção começou em um post mostrando como a máscara que foi entregue com a estampa, e a imagem rapidamente viralizou – e, com isso, muitas outras pessoas dividiram a mesma experiência com Cameron, autor do post original.

“A boa notícia é que minha máscara customizada chegou. A má notícia ;e que foi impresso 20% grande demais”, diz o post original

 Em muitos casos, a proporção exata do rosto não foi exatamente respeitada na hora de se estampar a imagem sobre a máscara – causando assim um efeito cômico infalível. Quem desejava passar desapercebido ou mesmo utilizar o identificador facial em seus aparelhos, acabou conseguindo somente arrancar um monte de risadas. Seja como for, mais importante do que a estampa é a própria segurança e, por isso, a máscara – lisa, estampada, séria ou cômica – é fundamental.

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© fotos: reprodução/Bored Panda


Kauê Vieira
Nascido na periferia da zona sul de São Paulo, Kauê Vieira é jornalista desde que se conhece por gente. Apaixonado pela profissão, acumula 10 anos de carreira, com destaque para passagens pela área de cultura. Foi coordenador de comunicação do Projeto Afreaka, idealizou duas edições de um festival promovendo encontros entre Brasil e África contemporânea, além de ter participado da produção de um livro paradidático sobre o ensino de África nas Escolas. Acumula ainda duas passagens pelo Portal Terra. Por fim, ao lado de suas funções no Hypeness, ministra um curso sobre mídia e representatividade e outras coisinhas mais.

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