Arte

Quem é Nia daCosta, primeira mulher negra a dirigir um filme da Marvel

Vitor Paiva - 17/08/2020

Dirigir um filme da grife Marvel é confirmar seu lugar no topo da cadeia alimentar de Hollywood – e se essa direção for assinada por uma mulher negra, então confirma-se também a força de tal empoderamento dentro da maior indústria do cinema mundial. Por seu talento mas também pela representatividade que seu nome e sucesso significa é que se celebra a importância do anúncio de Nia DaCosta como diretora de “Capitã Marvel 2”, tornando-se a primeira mulher negra a dirigir um longa metragem da Marvel Studios.

A diretora Nia DaCosta © Getty Images

A produção do segundo filme da Capitã Marvel foi naturalmente adiada por conta da pandemia do coronavírus, e o prazo para sua chegada aos cinemas de todo mundo mudou para 2022. Não há maiores informações sobre o filme nem sobre seu enredo: a única novidade já revelada é que este não será ambientado nos anos 1990 como no primeiro longa da série, mas sim nos tempos atuais. DaCosta assinará a direção substituindo a dupla Anna Boden e Ryan Fleck, responsáveis pelo primeiro “Capitã Marvel” com imenso sucesso – o filme de 2019 foi o primeiro de uma super-herói mulher a superar a marca de 1 bilhão de dólares de rendimento.

Cena de “Capitã Marvel” © reprodução

O reconhecimento pelo trabalho de DaCosta começou com o curta metragem “Night And Day” e depois a produção do filme “Little Woods”, em 2018. A partir de tal destaque, Jordan Peele selecionou a diretora para assinar o remake “A Lenda de Candyman”. O filme tinha estreia marcada para junho, mas a pandemia adiou a chegada aos cinemas inicialmente para setembro e depois para outubro.

Cena de “A Lenda de Candyman” © reprodução

Nada nesse momento está garantido para a indústria do cinema por conta dos dilemas impostos pela pandemia, mas a estreia de “Capitã Marvel 2” nesse momento está prevista para julho de 2022.

© Getty Images

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© fotos: créditos


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, Vitor Paiva é mestre e doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. Publica artigos, ensaios e reportagens, é autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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