Inovação

Sacos de geomembrana retém mais água que vasos e são ótimos para pequenos espaços

Vitor Paiva - 09/10/2020 | Atualizada em - 13/10/2020

Ao invés do tradicional vaso de cerâmica ou mesmo das versões em plástico tão atualmente utilizadas, um saco feito de geomembrana pode ser a melhor pedida para crescer uma planta com pouco espaço. É o que garante João Manuel Feijó, engenheiro agrônomo e inventor do Plantbag, uma espécie de sacola feita com o material geossintético em um resultado mais leve e mais fácil de manusear.

“Nossa proposta é incentivar o cultivo em um vaso leve, o que o torna mais fácil de manusear”, afirma Feijó, lembrando que uma membrana de absorção presente no Plantbag impede que as raízes se emaranhem, mantendo assim a saúde da planta por muito mais tempo. “Outro benefício é que criamos uma estrutura para armazenamento de água em sua base”, diz. Além do espaço de reserva na parte de baixo, é possível inserir um sistema de irrigação automático no “saco”.

Feijó trabalha na Ecotelhado, empresa que oferece “soluções em sistemas para arquitetura sustentável e bioconstrução” – como justamente faz sua Plantbag como interessante solução para quem procura começar uma horta urbana. A ideia, segundo Feijó, é oferecer durabilidade em plantas que ocupem pouco espaço em nossas casas – mas que possam, assim, ocupar espaço afetivo em nossas vidas e corações.

“Esse contato com a natureza faz toda a diferença na saúde e no bem-estar”, conclui o engenheiro.

 

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© fotos: divulgação


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutor em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.

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