Inspiração

4 atletas guerreiras com histórias pra lembrar que seu lugar é onde VOCÊ quiser

por: Gabriela Rassy

A dor sai, a resistência fica. Elas treinam e suam até chegarem às competições e provarem sua força. E já percebeu que não tem nada mais feminino que suar? E a gente sua todo dia um pouquinho mais, porque esse suor é o nosso mantra. As mulheres atletas trazem consigo histórias que vão muito além da superação física. Em um combo de auto estima e resiliência, elas chegam longe e inspiram a reconectar toda uma sociedade com sua força e sua beleza interior e exterior.

Cada um em sua área de atuação, as atletas brasileiras provam que podemos superar as mais diversas situações e sair delas com mais garra do que entramos. Dessa vez vamos falar sobre Marta Silva, eleita melhor jogadora de futebol do mundo; Pâmela Rosa, recordista mundial de street skate; Raissa Machado, paratleta recordista em lançamento de dardos; e Vitoria Rosa, velocista olímpica brasileira.

Marta Silva

Nosso orgulho no futebol, Marta nasceu em Dois Riachos, no interior de Alagoas. De família humilde, ela viveu uma história que tristemente muitas de nós já vimos acontecer. Quando tinha apenas um ano, seu pai abandonou a casa, a mulher e os quatro filhos. Criada pela mãe e pela avó, passou pelas dificuldades de ser jogadora num país que apesar de ter o futebol como marca cultural, relega o esporte feminino a uma categoria secundária, sem investimento e visibilidade. Depois de passar por equipes no nordeste, ela se mudou para o Rio atrás da oportunidade definitiva. Pelo Vasco, Marta conseguiu alcançar a Seleção Brasileira adulta e teve o merecido reconhecimento. Atuou em times europeus e se mostrou uma grande artilheira. Na Copa do Mundo de 2019 na França, Marta marcou dois gols contra a Austrália e outro contra a Itália, chegando a um total de dezessete gols na história das Copas e se tornando a maior artilheira na história do campeonato mais importante do futebol.

Pâmela Rosa

Nascida em São José dos Campos, interior de São Paulo, Pâmela é o principal nome do skate street da atualidade. Aos 20 anos, a paulista é uma das principais atletas do mundo na modalidade street – tanto é que levou o título mundial em 2019. Até ser campeã Street League Skateboarding (SLS), ela já acumulava uma série de conquistas, como Tricampeã Sul Americana, Bicampeã do X-Games com três medalhas de prata e uma de bronze, Campeã Brasileira, Campeã Paulista, além de ter levado o Prêmio Brasil Olímpico. Em 2018, Pâmela conquistou mais um feito, entrando para o Guinness Book como a mais jovem a conquistar o ouro no X Games na modalidade street. O feito aconteceu em 2016, quando ela tinha 16 anos.

Raissa Machado

Ela é baiana, paratleta de lançamento de dardo, recordista das Américas e líder do ranking mundial em 2019. Haja adjetivos para falar sobre essa mulher negra, umbandista e vencedora. Raíssa tem má formação congênita e por esse motivo saiu com apenas 1 ano da pequena cidade de Ibipeba, na Bahia, para morar em Uberaba, Minas Gerais. Lá, acompanhada de sua mãe, Ildonete, ela fez sua primeira cirurgia. Na infância, sofreu bullying e preconceito por sua condição física, se isolando as outras crianças. O lançamento de dardos surgiu meio a contragosto, mas logo ela foi para algumas competições e sua vida mudou. Um olheiro do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) a viu em 2013 e ela recebeu a primeira convocação. Só dois anos depois que ela começou a se apaixonar pelo esporte. Em 2015, levou o bronze nos Jogos Pan-Americanos de Toronto e foi ao Campeonato Mundial de Atletismo em Doha, de onde voltou para casa com a medalha de prata. Depois do ouro no Pan de Lima em 2018 e do bronze no Mundial, do recorde das Américas e de assumir a liderança do ranking da classe F56 do lançamento de dardo, ela segue no sonho das próximas Olimpíadas, além de ser uma inspiração na luta contra o preconceito.

Vitoria Rosa

Mulher mais rápida do Brasil na atualidade, com as melhores marcas nos 100m e 200m, a atleta Vitória Rosa é irmã de outras sete mulheres. Ela viu no esporte oportunidades para a vida, agarrando cada uma delas como se fosse a passagem de um bastão durante uma competição de revezamento. Na infância em Santa Cruz, no Rio de Janeiro, ela revezava os estudos com os treinos. A velocista esteve nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, construiu uma casa e sonha com os próximos jogos olímpicos.

Ser atleta no Brasil não é uma tarefa fácil, e fica ainda mais difícil quando você é mulher. Pouco incentivo, pouco patrocínio, pouco reconhecimento. Muita luta, muita superação, muita força. Ter um mantra é o que pode te fazer seguir em frente. Esse mantra é quase como uma oração, um acordo que você faz todo dia com você mesma para não desistir. E é essa força que a Avon vê nas mulheres brasileiras.

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Fotos: Divulgação


Gabriela Rassy
Jornalista enraizada na cultura, caçadora de arte e badalação nas capitais ensolaradas desse Brasil, entusiasta da cena musical noturna e fervida por natureza.

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