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A “galera da cozinha” comemora: bateristas podem ser mais inteligentes do que seus companheiros de banda. A afirmação não é um mito ou fruto de um momento ególatra de algum dono de baqueta, é resultado de uma série de pesquisas neurocientíficas que avaliam o comportamento dos cérebros de bateristas.
Entre elas, a do Karolinska Institutet, em Estocolmo, na Suécia, que mostra uma ligação entre tocar bateria, inteligência, timing perfeito e a parte do cérebro utilizada para resolver problemas. Um outro estudo foi conduzido pelo neurocientista David Eagleman com vários bateristas profissionais no estúdio de britânico Brian Eno.
Ringo Starr, eternizado como baterista dos Beatles
O músico britânico — que já trabalhou com U2, David Byrne e David Bowie — é autor de teorias que afirmam que bateristas tem uma espécie de “maquiagem mental”, fato que foi comprovado pela pesquisa de Eagleman: bateristas têm o cérebro diferente do de outras pessoas. “Agora nós sabemos que há algo anatomicamente diferente sobre eles”, afirmou o pesquisador à época.
Além disso, tocar bateria tem um valor terapêutico, uma vez que traz benefícios emocionais e psicológicos conhecidos como “drummer’s high” (algo como “onda de bateria”), uma injeção de endorfina no sangue que só pode ser estimulada quando alguém toca, não apenas ouvindo música.
Psicólogos de Oxford também mostraram que tocar instrumentos de percussão, além de aumentar a resistência à dor, enche o organismo de endorfina e aumenta as emoções positivas nas pessoas, alimentando de maior foma um espírito de coletividade social.
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