Ciência

Beck’s lança músicas em frequência sonora capaz de deixar o sabor de qualquer cerveja mais amargo

por: Vitor Paiva

A experiência de saborear uma boa cerveja não acontece somente em nossa boca, mas sim com todo nosso corpo – incluindo nossos ouvidos. Frequências sonoras e principalmente músicas podem de fato alterar o sabor de uma comida ou de uma bebida tão complexa e cheia de detalhes quanto a cerveja, e até mesmo tornar mais prazerosa a apreciação de algo que não ofereça uma experiência tão interessante ao nosso paladar.

É isso que prova o interessante experimento lançado pela cerveja alemã Beck’s: por meio dele uma frequência sonora se mostra capaz de tornar mais amargo o sabor de qualquer cerveja.

 A experiência parte de estudos realizados por duas das mais conceituadas universidades do mundo: em Harvard e Oxford, cientistas comprovaram que o som é capaz de alterar nossa percepção dos sabores e nosso paladar de forma geral.

Em resumo, certas frequências podem tornar a percepção do doce ainda mais doce, do azedo mais ou menos azedo, e assim por diante. Segundo os estudos, frequências mais altas tornam mais doce o a bebida que estivermos provando no momento da audição, enquanto as ondas sonoras mais baixas ressaltam o amargor – e fazem a comida ou bebida parecerem mais amargas.

 Foi a partir de tais estudos que a Beck’s criou seu experimento, em uma plataforma especial para tornar o sabor de qualquer cerveja mais amargo. Criada em parceria com grandes nomes da música eletrônica brasileira, uma série de faixas foi disponibilizada para audição e manipulação – para serem ouvidas junto com uma cerveja.

A plataforma é intuitiva e clara, convidando o usuário a dar o play, tomar um gole e alterar a frequência da música que está ouvindo em um fone para, com isso, sentir mudar o sabor da cerveja. Não se trata, portanto, de uma playlist qualquer: as músicas foram remixadas na frequência 73Hz para justamente poderem alterar o sabor da bebida. 

 A ideia é não só ressaltar o gosto especial do amargor que caracteriza essa cerveja, como também oferecer uma alternativa para quando a Beck’s acaba, e só nos restam outras marcas – menos amargas e saborosas – para beber.

Pois quem gosta de cerveja de verdade, seguramente já sabe que quanto mais amarga,  maior a qualidade de uma cerveja, especialmente entre as premiuns não artesanais – e por isso a chegada de novos rótulos como a Beck’s ao mercado brasileiro alterou o panorama de preferências entre os cervejeiros de plantão. Com o experimento – que pode ser “saboreado” pela plataforma ou assistido no vídeo abaixo – a marca procura refinar o paladar brasileiro para o sabor especial de sua cerveja. 

 Feita desde 1873, Beck’s é uma Legítima German Lager Puro Malte, sendo fabricada com somente quatro ingredientes: água, malte, lúpulo e levedura. e sem nenhum aditivo durante todo o processo.

Em uma medida internacional de amargor chamada International Bitterness Unitis, a Beck’s possui 20 IBU, indicando com isso a certeza de um amargor intenso e uma pureza extraordinária – forjando assim o sabor singular e cheio de personalidade da cerveja alemã mais vendida em todo o mundo. Para ressaltar o amargo da Beck’s através das frequências sonoras (ou ao menos melhorar um pouco um outro sabor de cerveja) acesse a plataforma Frequência Beck’s, prepare seu fone, seu copo, e divirta-se.

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© fotos: divulgação/reprodução


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, doutorando em literatura pela PUC-Rio, publica artigos, ensaios e reportagens. É autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores.


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