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Bitcoin valoriza mais de 400% em 1 ano e se consolida como opção para diversificar negociações

Vitor Paiva - 29/04/2021

Para os desavisados, criptomoedas como o Bitcoin podem parecer coisas do futuro ou diretamente de filmes de ficção científica, mas para as pessoas atentas e interessadas tais moedas digitais são mais do que uma realidade em ascensão, mas uma importante opção de negociação – com uma valorização prevista para passar de 400% em um ano. 

A previsão representa um aumento considerável com relação a 2020, quando o Bitcoin cresceu 323% e se tornou a melhor opção de negociação do ano – e a tendência, segundo especialistas, é de crescer ainda mais.

Bitcoin

A previsão é de que o Bitcoin cresça 400% ou mais em 2021 © reprodução

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A valorização do Bitcoin no ano passado fez esse dinheiro digital alcançar marcas de capitalização superiores, por exemplo, ao PIB da Áustria, número que vem garantindo a atenção e a participação de grandes investidores – ajudando assim à previsão de novos e mais amplos crescimentos. Desde o lançamento do Bitcoin, em 2009, sua valorização foi de algo em torno de 60.000.000%, mas o que provocou essa alta considerável em 2020 foi, entre diversos fatores, especialmente um evento chamado “halving”.

O que é o halving

Em tradução livre, a expressão “halving” quer dizer “reduzir pela metade”, e essencialmente é isso o que essa estratégia faz: a cada quatro anos, a recompensa dos “mineradores” – os milhares de usuários espalhados pelo mundo que garantem o funcionamento e a segurança da tecnologia blockchain, pela qual as criptomoedas funcionam – é reduzida e, com isso, cortando a oferta da moeda digital pela metade. Ao tornar o Bitcoin mais escasso a halving faz sua cotação subir apesar da procura continuar a mesma: o último halving aconteceu em maio de 2020, e o crescimento para esse ano pode ser ainda maior do que o previsto.

Corretor de bitcoin

O halving essencialmente reduz a “emissão” de Bitcoins © Getty Images

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O ciclo desse halving iniciou em maio, e costuma verdadeiramente transformar cifras – mas além desse evento, outros fatores ajudaram em tal valorização, principalmente a adesão de grandes empresas, grandes fundos e de empresários que trouxeram maior credibilidade e liquidez para o Bitcoin e outras criptomoedas.

Somente a empresa MicroStrategy, fornecedora americana de soluções em software, por exemplo, comprou US$ 200 milhões de dólares em Bitcoins; em agosto a Square, empresa presidida por Jack Dorsey, fundador do Twitter, comprou US$ 300 milhões – enquanto isso, a Tesla, empresa de Elon Musk, investiu nada menos que US$ 1,5 bilhão de dólares em BTC: soma-se esse processo à desvalorização do dólar, e o cenário próspero se estabeleceu.

Mulher ao computador/Mercado Bitcoin

Desde seu lançamento, em 2009, o Bitcoin já valorizou 60.000.000% © reprodução

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E se o Bitcoin é a primeira, maior e mais conhecida criptomoeda do mundo, ela não é de forma alguma a única: lançado em 2015, o Ethereum oferece um tempo de execução muito mais rápido de uma negociação do que o Bitcoin, e teve uma valorização de 9000% somente em 2017 – é hoje a segunda maior moeda digital, com um valor recorde de US$ 2,5 mil.

A valorização, portanto, não foi somente do Bitcoin: além do Ethereum, outras criptomoedas como Chiliz e Chainlink, também saltaram em valor e estão previstas para crescerem – e essas e outras moedas digitais estão disponíveis para serem negociadas no Mercado Bitcoin, a maior plataforma de criptomoedas e ativos digitais da América Latina.

Mercado Bitcoin/divulgação

Mercado Bitcoin é a primeira plataforma de criptomoedas da América Latina © reprodução

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Diversificar a carteira é um caminho promissor para quem visa ampliar os lucros, mas isso deve sempre ser feito com segurança: o Mercado Bitcoin está entre as 25 empresas de negociação mais seguras do mundo segundo o Blockchain Transparency Institute (BTI) e participação em programas como o Fintech Segura, que reúne empresas do ramo que adotam práticas de excelência em segurança da informação – além de diversas estratégias e tecnologias para garantir uma experiência totalmente protegida.

O Mercado Bitcoin mantém sua plataforma constantemente atualizada e plena de informações e conteúdos em um mercado em evidente efervescência e ampliação: se o futuro é digital, no mundo das finanças não seria diferente – e ele já chegou e se valoriza cada vez mais.

Mercado Bitcoin/divulgação

Mercado Bitcoin foi reconhecida como uma das mais seguras plataformas do mundo pelo BTI © reprodução

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© fotos: Getty Images/reprodução


Vitor Paiva
Escritor, jornalista e músico, Vitor Paiva é doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. Autor dos livros Tudo Que Não é Cavalo, Boca Aberta, Só o Sol Sabe Sair de Cena e Dólar e outros amores, publica artigos, ensaios e reportagens.