Inspiração

Aos 3 anos, menina com QI de 146 entra para clube de superdotados; isso é bom afinal?

Redação Hypeness - 22/07/2021 | Atualizada em - 23/07/2021

Kashe Quest tem apenas três anos e já carrega nas costas um título impressionante mas, ao mesmo tempo, preocupante: ela é uma das pessoas mais inteligentes do mundo. Com um quociente de inteligência (o famoso QI) de 146, ela é a mais jovem integrante da Academia Mensa, que reúne superdotados.  

Que tipo de música as pessoas inteligentes escutam?

A pequea Kashe é uma das pessoas mais inteligentes do mundo.

Para entender melhor, é preciso saber que a média mundial para pessoas “comuns” é ter um QI entre 100 e 115. Esse resultado é obtido por meio de uma série de testes que são feitos pela instituição regulamentadora, que atua em mais de 100 países ao redor do mundo. 

Com um ano e meio, ela já sabia o alfabeto, os números, as cores, formas geométricas… Foi quando percebemos que isso era muito avançado para a idade dela“, contou Sukhjit Athwal, mãe da menina, em entrevista ao programa de TV “Good Morning America“, dos Estados Unidos. “Nós conversamos com o pediatra dela e ele nos orientou a continuar documentando os avanços.

Kashe com sua mãe e seu pai na Disney.

Outras habilidades impressionantes da menina são saber os elementos da tabela periódica e identificar as formas, localização e os nomes dos estados americanos com apenas dois anos de idade. 

Apesar da mente desenvolvida, Kashe também vive como uma criança comum e adora assistir “Frozen” e “Patrulha Canina“. 

O mais importante é que ela seja uma criança. Queremos mantê-la jovem pelo maior tempo possível. Socialização e crescimento emocional são as coisas mais importantes para nós“, afirmou a mãe. 

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Pesquisas alertam sobre o perigo de exigir demais de superdotados

O teste de QI é o método mais utilizado para avaliar a inteligência de alguém. No entanto, há de se ter cuidado para que o título não pese nos ombros de quem o ostenta, especialmente quando falamos de crianças. 

Na década de 1920, o psicólogo Lewis Terman estudou o rendimento de crianças superdotadas. Cerca de 1,5 mil alunos com QI maior que 140 tiveram suas vidas acompanhadas. Eles ficaram conhecidos como Termites.

O resultado da pesquisa mostrou que não há relação entre o intelecto e o nível de satisfação que a pessoa superdotada nutre associado à vida. Ou seja: não é porque ela tem uma cognição mais acentuada que ela vai ser necessariamente uma pessoa mais feliz. 

Na verdade, às vezes, há uma sensação de frustração quando a pessoa superdotada com uma idade mais avançada olha para trás e sente que não correspondeu às expectativas que foram colocadas sobre ela. 

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Fotos: Instagram/@itsmejit


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