Fotografia

Fotos dos efeitos destrutivos da bomba de Hiroshima ainda chocam, mais de 70 anos depois

Gabryella Garcia - 17/08/2021

Há mais de 70 anos, em 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram a primeira bomba atômica sobre a cidade de Hiroshima, no Japão. No ano de 2021, os efeitos devastadores e destrutivos da bomba ainda chocam.

Hiroshima era um alvo militar estratégico e, até então, não havia sido atacada por bombas incendiárias lançadas pelos Estados Unidos. Mas, a bomba atômica veio como uma estratégia para encerrar o conflito. Estima-se que 140.000 pessoas morreram como consequência da explosão. A maioria das vítimas eram civis.

Após o ataque destruidor o Japão não se rendeu e, três dias depois, em 9 de agosto, uma nova bomba atômica foi lançada sobre a cidade de Nagasaki, que era um importante porto marítimo. Essa bomba matou cerca de 70.000 mil pessoas e três dias depois o Japão acabou se rendendo.

Após os ataques não houve nenhum relato nos Estados Unidos de como as populações locais foram afetadas pelas bombas, e as histórias sobre doenças causadas pela radiação das bombas eram apagadas no país da América do Norte.

Apenas a partir de 1952, após o fim da ocupação estadunidense no país asiático é que as fotos que mostravam as consequências passaram a ser divulgadas, mas ainda assim, em pequena escala.

Imagens poderosas mostram como era o Japão antes das guerras mundiais

Mais de 70 anos depois as fotos continuam sendo documentos históricos chocantes e importantes do poder sem precedentes e da destruição causada por uma bomba nuclear, capaz de dizimar toda uma população.

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Fotos: Getty Images


Gabryella Garcia
Gabryella Garcia é paulista, mulher trans, transfeminista e jornalista pela Unesp. Começou a carreira escrevendo horóscopos para o João Bidu e agora foca em escrever sobre direitos humanos e recortes de gênero. Já passou por veículos de São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo e também colaborou para veículos como Ponte Jornalismo, Congresso em Foco e Elle Brasil. Atualmente, além de produzir o podcast "Prosa", para o Hypeness, também colabora com o UOL. Além disso atua como voluntário no Projeto Transpor, um projeto que oferece consultoria profissional gratuita para pessoas transgêneros com montagem de um currículo assertivo, Linkedin e simulação de entrevistas de emprego.