Inspiração

Bela Gil critica monogomia e fala sobre relação aberta de 18 anos com o marido: ‘livres para amar

Redação Hypeness - 17/02/2022 às 12:15 | Atualizada em 17/02/2022 às 13:11

Nesse Dia de São Valentim – o dia dos namorados dos Estados Unidos, Europa e outras partes do mundo -, a cozinheira e apresentadora Bela Gil fez uma publicação nas redes sociais para celebrar o seu relacionamento com o ativista JP Demasi. Casados há 18 anos, os dois mantêm uma relação não-monogâmica. 

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JP Demasi e Bela Gil

JP Demasi e Bela Gil estão juntos há quase duas décadas e têm um relacionamento não-monogâmico

Em sua postagem no Instagram, Bela Gil afirmou que a monogamia, assim como o monoteísmo, a monocultura e os monopólios são colonialistas. Além disso, inferiu também que é a monogamia uma das principais causas do feminicídio.

“Desde sempre desacreditei nas MONO(CULTURAS)! Essa visão colonialista e limitada dos monopólios, monoculturas, monoteísmos e monogamias muitas vezes, porém nem sempre, se desdobra em violência contra a terra (desmatamento), contra a mulher (feminicídio), contra religiões (intolerância religiosa) e contra os pequenos (falência)”, disse a filha de Gilberto Gil nas redes.

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Após expor seu pensamento político sobre o amor, Bela celebrou as quase duas décadas junto de JP Demasi. “Aproveitando o dia de São Valentim. Feliz de somar a vida com você meu amor. Seguimos há 18 anos, juntos e livres para amar!”, escreveu, usando a hashtag #nãomonos, que se refere aos casais não-monogâmicos.

Marido de Bela Gil entrou em polêmica sobre raça

JP Demasi tentou se eleger ao cargo de vereador na cidade de São Paulo durante as eleições municipais de 2020. O candidato do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) se autodeclarou como negro no registro de sua candidatura feito junto ao TSE.

Fenotipicamente branco, Demasi foi duramente criticado nas redes sociais por conta de sua autodeclaração como negro. Então, ele disse que, por ter uma mãe negra, ele também é negro.

JP Demasi se autodeclarou negro em ficha eleitoral

“Não é meu nariz, minha boca, meu cabelo que me identificam. Isso tem que mudar até pela educação. A identidade é uma percepção minha, não sua. Minha mãe é negra baiana. Eu era o menino preto numa escola de brancos. Eu sofri. Vi minha mãe chorar e chorei pela minha mãe. Ouço ‘só podia ser preto’ desde os 12 anos. Me identifico preto desde criança”, disse o ativista.

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Fotos: Reprodução/Instagram


Redação Hypeness
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