Debate

Eliezer, com herpes labial, beija Natália no ‘BBB’ e a gente explica como prevenir vírus

Redação Hypeness - 10/02/2022 às 12:57 | Atualizada em 17/02/2022 às 12:16

A herpes de Eliezer é um dos assuntos mais comentados nas festas do “BBB 22”. Animado, o participante anda beijando todo mundo dentro da casa sem se importar muito com o contágio do vírus.

Primeiro, Eli beijou Natália Deodato e Maria, mas um detalhe chamou atenção do público e dos membros da casa: o brother estava com uma ferida na boca bastante similar àquelas causadas pela herpes labial.

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Eliezer beijou duas participantes mesmo com suspeita de herpes labial; de acordo com a medicina, o beijo é a principal forma de transmissão do vírus

Veja o beijo:

Eliezer beijou Natália Deodato na sala e em seguida conversou com o participante Vyni sobre o que havia ocorrido. O cearense criticou o brother. “Eita que fogo do rabo da peste que tu tem. Não pode ver uma língua não? Tu com a boca toda cheia de ferida ainda vai beijar o povo”, disse.

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Posteriormente, ele foi conversar sobre o beijo com Maria, com quem ele havia transado recentemente. “Não tem nenhum problema. Só fico preocupada por você estar com herpes e ela não ter ligado”, assinalou a ex-participante.

Mesmo após a fala, Maria foi lá e deu um beijo triplo junto de Eliezer e Maria. Confira:

Aconteceu de novo 

Eliezer e Natália curtiram mais uma festa do “BBB” com um monte de beijos. O casal, que passou a noite debaixo do edredom, trocou fluidos mesmo com a herpes labial do brother.

Eli até chega a perceber um sangramento em sua boca, mas continua beijando Natália, que até se oferece para tratar a herpes do parceiro.

Confira abaixo: 

Como se transmite herpes labial?

A herpes labial é diferente da herpes genital. A maioria das pessoas contrai a herpes labial na infância e a doença só aparece em momentos de baixa imunidade ou de estresse.

Herpes labial não deve ser confundida com IST; doença é comum e 80% das pessoas são assintomáticas

A forma de transmissão da herpes labial é simples: basta beijar a pessoa em um momento em que ela esteja com as feridas. Entretanto, vale lembrar que a maioria dos casos são assintomáticos. Cerca de 80% das pessoas que entram em contato com o vírus não apresentam os sintomas, que, no caso, são as feridas na região da boca.

Ou seja, a principal forma de prevenção do vírus é evitar contato com a saliva de outras pessoas que têm a herpes: além de não beijar, é sempre bom não compartilhar copos e talheres.

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Apesar da maioria assintomática, existem situações em que a herpes labial pode acabar se tornando um problema grave. Em caso de baixa imunidade – em especial entre pessoas imunossuprimidas ou que enfrentam tratamentos agressivos contra o câncer -, a doença pode se espalhar para os olhos e causar cegueira. Além disso, a ferida pode abrigar outras bactérias capazes de provocar infecção generalizada.

O tratamento para herpes labial envolve medicamentos e pomadas, mas geralmente as feridas desaparecem depois de alguns dias com a melhora do emocional ou da imunidade. A herpes labial não deve ser confundida com a herpes genital, que é transmitida sexualmente e geralmente, como o nome aponta, se mantém na região dos genitais.

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Fotos: Reprodução/Globo Foto 2: Wikimedia Commons


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