Ciência

Fóssil comprova que dinossauros tinham umbigo

01 • 07 • 2022 às 10:12
Atualizada em 05 • 07 • 2022 às 10:17
Redação Hypeness
Redação Hypeness Acreditamos no poder da INSPIRAÇÃO. Uma boa fotografia, uma grande história, uma mega iniciativa ou mesmo uma pequena invenção. Todas elas podem transformar o seu jeito de enxergar o mundo.

Uma pesquisa da Universidade Chinesa de Hong Kong analisou com profundidade um fóssil de dinossauro muito bem conservado e descobriu que o animal tinha umbigo.

O estudo analisou um fóssil de 125 milhões de anos encontrado em 2002 na China. Através de novas tecnologias que utilizam laser e fluorescência, os cientistas observaram da carapaça do Psittacosaurus. Os pesquisadores descobriram uma ligação umbilical no animal.

Fóssil em ótimo estado permitiu a cientistas comprovarem que dinossauros tinham ligação umbilical; tecnologia de fluorescência pode ser usada em outros estudos com fósseis

De acordo com o estudo, publicado na revista BMC Biology, o animal tinha dois metros de altura e viveu durante o Cretáceo.

– Fóssil de dinossauro morto atingido por asteroide há 66 milhões de anos é encontrado

Entre as diversas descobertas feitas sobre o Psittacosaurus, uma trata da ligação umbilical deste dinossauro. Assim como aves e répteis, os dinossauros criavam uma espécie de conexão na barriga com a gema do ovo onde se desenvolvem;.

“Identificamos escamas distintas que cercavam uma longa cicatriz umbilical no espécime de Psitacossauro, semelhantes a certos lagartos e crocodilos vivos”, disse Michael Pittman, professor assistente da CUHK, pesquisador em lasers e fluorescência, e autor correspondente do estudo.

“Este espécime é o primeiro fóssil de dinossauro a preservar um umbigo, o que se deve ao seu excepcional estado de conservação”, afirmou o cientista através de comunicado.

Leia também: Fósseis de peixes mortos uma hora após asteroide atingir Terra dão novas pistas sobre extinção dos dinossauros

A pesquisa mostra ainda outras descobertas sobre o réptil, que será continuamente estudado para novas descobertas sobre os dinossauros nos próximos dos anos.

“Embora este belo espécime tenha sido uma sensação desde que foi descrito em 2002, pudemos estudá-lo sob uma luz totalmente nova usando novas imagens de fluorescência a laser, que revelam as escalas com detalhes incríveis”, disse o Dr. Pittman.

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