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Menos de 40% dos tutores fazem acompanhamento periódico da saúde dos gatos

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01 • 07 • 2022 às 10:06
Atualizada em 04 • 07 • 2022 às 10:21
Vitor Paiva
Vitor Paiva   Redator Vitor Paiva é jornalista, escritor, pesquisador e músico. Nascido no Rio de Janeiro, é Doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. Trabalhou em diversas publicações desde o início dos anos 2000, escrevendo especialmente sobre música, literatura, contracultura e história da arte.

Uma pesquisa sobre os cuidados com a saúde dos gatos concluiu que menos de 40% dos tutores realizam acompanhamento periódico da saúde dos animais em veterinários. O comportamento independente e autônomo dos felinos faz com que muitos tutores não levem o bichano ao veterinário com a frequência recomendada: as consultas regulares são costume para somente 25% dos entrevistados, mas são fundamentais para diagnósticos e tratamentos bem-sucedidos.

Menos de 40% dos tutores realizam visitas periódico com gatos ao veterinários

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A pesquisa foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados (IBPAD), encomendada pela fabricante de alimentos para cães e gatos Royal Canin, e entrevistou veterinários e tutores de todo o Brasil. Segundo informações, o objetivo do estudo é conscientizar sobre a importância da prevenção no cuidado com a saúde dos gatos, estimulando visitas periódicas aos veterinários, já que boa parte das doenças graves pode ser evitada se diagnosticadas no início.

A pesquisa realizou um vasto levantamento sobre os cuidados com a saúde dos felinos

A pesquisa realizou um vasto levantamento sobre os cuidados com a saúde dos felinos

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De acordo com o levantamento, 58% dos “donos” levam seus gatos ao veterinário apenas uma vez ao ano ou menos, com 72% habitualmente levando os animais às clínicas, e 20% escolhendo atendimento domiciliar. O alto preço das consultas e exames foi apresentado como a principal dificuldade para levar os animais ao veterinário para 80% das pessoas, seguido do transtorno para carregar o gato na caixa, para 52% dos participantes. 40% dos entrevistados levam os gatos às clínicas somente em emergências, como acidentes, alergias, envenenamentos ou intoxicações, ingestão de materiais estranhos ou doenças renais.

O transtorno em transportar os animais é também apresentado como motivo para não ir às clínicas

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Os veterinários entrevistados compreendem medidas preventivas para a saúde dos gatos como oferecimento de nutrição e hidratação adequadas, atenção às alterações no comportamento, consultas periódicas, incluindo vacinação e vermifugação, e ainda a manutenção de um ambiente adequado e seguro para o felino. “Sabemos que gastos com tratamentos podem ser mais difíceis de organizar dentro do orçamento familiar, além de exigirem tempo e dedicação. Por isso a prevenção é sempre o melhor caminho”, afirmou Carlos Martella, Diretor de Marketing da Royal Canin no Brasil.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados

A pesquisa foi feita pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados para a Royal Canin

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Foram entrevistados 1.011 tutores de gatos de norte a sul do país, e o perfil estabelecido pela pesquisa diz que 72% possuem um ou dois gatos, 75% cuidam sozinho ou dividem a os cuidados com uma pessoa, e 93% consideram os gatos parte da família. Dos participantes, 55% consideram cuidar de gatos mais fácil que outros animais, e 92% avaliam positivamente seus cuidados com os gatos. “A saúde preventiva dos felinos é um tema prioritário para a Royal Canin em todo o mundo e é importante entendermos as particularidades de cada país para abordarmos o assunto de forma cuidadosa , sempre com o objetivo de levar informação e conscientizar os tutores”, concluiu o executivo.

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