Ciência

NASA divulga novas descobertas sobre o Bennu, asteroide em rota de colisão com a Terra

26 • 07 • 2022 às 15:53
Atualizada em 04 • 08 • 2022 às 10:56
Redação Hypeness
Redação Hypeness Acreditamos no poder da INSPIRAÇÃO. Uma boa fotografia, uma grande história, uma mega iniciativa ou mesmo uma pequena invenção. Todas elas podem transformar o seu jeito de enxergar o mundo.

Bennu é o asteroide com maior risco de entrar na atmosfera terrestre nos próximos anos, segundo os cientistas. O objeto, que é amplamente estudado pelos pesquisadores da Agência Espacial dos EUA (NASA), possui um fator recentemente descoberto: ele é quebradiço.

O asteroide, que pode atingir a Terra no ano de 2182, passa por frequentes alterações em sua temperatura, o que tem causado rupturas em sua superfície. Entre as suas primeiras imagens, captadas nos anos 1990, e fotos mais recentes, é possível observar que o solo de Bennu está “craquelando”.

Asteroide pode desaparecer com erosão solar em alguns milhares de anos

A descoberta foi realizada por pesquisadores da NASA a partir de imagens captadas pela missão da espaçonave OSIRIS-REx.

Ao perceberam diversas rachaduras na rocha, os pesquisadores perceberam que elas possuem um padrão longitudinal. A partir daí, perceberam que se trata de um fenômeno causado pelo Sol.

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Estima-se que entre 10 mil e 100 mil anos, o asteroide pode deixar de existir por conta da erosão solar. No entanto, isso não altera muito a nossa relação com ele.

“Bennu é certamente o asteroide mais amplamente estudado do Sistema Solar”, afirma o cientista planetário Dante Lauretta, da Universidade do Arizona ao site da National Geographic. “Nós sabemos onde o asteroide estará daqui a 100 anos, em metros. Nenhum outro objeto no Sistema Solar possui esse nível de detalhamento no estudo de sua trajetória orbital – nem mesmo a Terra!”.

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E mesmo sendo o objeto com o maior risco de atingir a Terra, isso dificilmente ocorrerá. Os cientistas estimam que existe 99,9% de chance de que Bennu não invada a atmosfera do nosso planeta nos próximos três séculos.

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Fotos: Nasa


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